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Não há negociação aberta para delação de Queiroz, diz fonte

Até agora, nenhum representante da promotoria teria sido procurado por advogados do ex-assessor, que continua sendo investigado pelo MP-RJ Uma delação premiada do ex-policial militar Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista do atual senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), interessa ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ). Apontado como operador financeiro do filho do presidente…

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Não há negociação aberta para delação de Queiroz, diz fonte

Até agora, nenhum representante da promotoria teria sido procurado por advogados do ex-assessor, que continua sendo investigado pelo MP-RJ Uma delação premiada do ex-policial militar Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista do atual senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), interessa ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ). Apontado como operador financeiro do filho do presidente da República, Queiroz teria condições de contribuir com as investigações sobre o caso. No entanto, não há negociação aberta para tratativas de uma delação, garantiu ao Valor uma fonte ligada à investigação. Segundo essa fonte, nenhum representante da promotoria foi procurado por advogados do ex-assessor de Flávio até agora. Preso em Bangu, Queiroz continua sendo investigado pelo MP-RJ, apesar de a decisão da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), tomada ontem por 2 votos a 1, ter garantido foro para que a investigação sobre Flávio trâmite na esfera do Órgão Especial do tribunal — integrado pelos 25 desembargadores mais antigos da Corte. Conforme a decisão, apenas o procurador-geral de Justiça do RJ, Eduardo Gussem, poderia concluir a investigação e oferecer denúncia contra o senador. Na época dos fatos investigados, Flávio era deputado estadual no Rio. As suspeitas indicam que ele seria o líder de uma associação criminosa voltada a desviar vencimentos de servidores da assembleia fluminense lotados no gabinete do então parlamentar. A prática é conhecida como “rachadinha” e seria coordenada por Queiroz. Por outro lado, ao menos em tese, Queiroz pode ser acusado pelos promotores que atuam em primeira instância, conforme a jurisprudência consolidada em 2018 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a vigência da prerrogativa por foro ou função. Por isso, o ex-assessor de Flávio tem motivos para ponderar sobre uma delação premiada. A mulher dele, Márcia, continua foragida da Justiça e tem prisão preventiva decretada pelo juiz Flávio Itabaiana, da 27ª vara criminal do RJ. Nas entrelinhas, Queiroz já havia enviado sinais de que não teria pudores em se tornar delator caso sua mulher ou filha tivesse prisão decretada. Queiroz no momento da sua prisão em Atibaia, interior de São Paulo, no último dia 18 — Foto: Divulgação/Polícia Civil
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